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Obstáculos na ciclovia da 28 de março

  • Lara Martins
  • 25 de jun.
  • 1 min de leitura

A Ciclovia da Avenida 28 de Março não tem estrutura para suportar o volume de ciclistas


Por: Lara Martins




A ciclovia da Avenida 28 de Março que é utilizada por milhares de cidadãos todos os dias, conta com sua estrutura desgastada e transmite a falta de interesse público com o bem estar da população. Possuindo vários buracos, rachaduras e árvores que atrapalham a passagem e danificam os veículos utilizados pelos transeuntes.


Com a chegada das bicicletas elétricas e dos autopropelidos houve um aumento no fluxo na ciclovia; engarrafamentos têm sido comuns nos horários de pico. Além dos veículos, temos pedestres se exercitando ao mesmo tempo, fazendo caminhada ou correndo no local. A somatória das pessoas, veículos  diversos e falta de estrutura adequada torna a experiência de todos bem desagradável. 



“Não tem muito espaço para andar, em horários de muito fluxo acaba causando um congestionamento, tanto de pedestres, quanto de ciclistas. Isso dificulta muito o trânsito pela cidade. Sem contar dos buracos que acabam danificando as nossas bicicletas e as árvores no meio da ciclovia. Devido ao congestionamento já fica difícil a locomoção, então as árvores no meio da ciclovia realmente acabam atrapalhando o fluxo.” Afirma o universitário, Gabriel Beiral,  ao ser questionado sobre como era a experiência de andar na ciclovia em horário de pico com sua bicicleta elétrica. 


A estudante de Engenharia Mecânica, Letícia Siqueira, utiliza bicicleta elétrica para ir estudar e trabalhar. Ela afirma que em lugares específicos  têm dificuldade de locomoção pois, junto com o fluxo alto, os buracos atrapalham a passagem. E ao ser questionada a frequência que seu pneu fura, ela afirma “Geralmente de três em três meses”. 


 
 
 

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